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<title>Ecos da Província</title>
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<tagline>Comentários sobre informação veiculada nos &quot;media&quot;, vistos da província.</tagline>
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<title>Aniversário</title>
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<![CDATA[<p>No meio de outras ocupações, deixei passar o aniversário do blogue. Passaram três anos no dia 10 de Fevereiro. Que apreciação posso fazer deste tempo?<br />
Bem, foi interessante, no sentido que foi a minha primeira experiência na blogosfera. Serviu de piloto para me aventurar noutras experiências idênticas, mas de temática diferente. Hoje, sei que é preferível estar na blogosfera com o próprio nome. O pseudónimo é uma defesa por vezes necessária, mas que não se justificava neste caso. Opto por não desvendar o "mistério", conhecido apenas de alguns.<br />
Duas referências breves, antes da palavra final:<br />
Uma, para a campanha do referendo. "Foi bonita a festa, pá!" é a frase que me ocorre sempre. No meio de alguma tristeza que rodeou a noite de dia 11, já havia no ar o ânimo de procurar novas causas. É o espírito que levo comigo e é o espírito que espero esteja com a grande maioria dos participantes nesta aventura. Não resisto em partilhar com os (poucos) leitores uma anedota que, inadvertidamente, um colega me contou: ao ver o meu carro particular decorado com cartazes, disse-me que, modernamente, as coisas não se faziam assim: alugavam-se carros, contratavam-se pessoas para fazer esse trabalho. Grande piada! Ainda bem que, nesta campanha, as coisas foram feitas com os meios particulares das próprias pessoas. Que outra maneira há de mostrar empenho?<br />
A outra referência vai para a proximidade do dia da correcção da catarata resultante da operação ao descolamento de retina. Espero que esse dia seja auspicioso, no sentido de passar a ver melhor o mundo que me rodeia (bom, pelo menos com o olho doente, ;-)).<br />
Dito isto, dou por encerrrado o blogue. Ele vai permanecer "online" até ser retirado pela AEIOU e, depois, pemanecerá arquivado no meu disco rígido, testemunha de um tempo especial em que foi companhia e entretenimento. A todos os (poucos) leitores um agradecimento especial pela companhia que me fizeram. Na certeza, porém, de que me poderão encontrar na blogosfera, da qual não desisto.</p>]]>

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<title>Há dúvidas?</title>
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<![CDATA[<div align=center><br />
<img alt="2vidas.jpg" src="http://www.minhocomvida.org/site/images/stories/OUTDOORpeq.jpg"width="473" height="355" /><br />
</div><br />
</p>]]>

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<title>Pergunta mázinha</title>
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<summary type="text/plain">Relativamente à temática da entrada anterior, será que não podemos por em questão as ponderações profissionais dos juristas (ou médicos) que ponderam da maneira atrás descrita?...</summary>
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<![CDATA[<p>Relativamente à temática da entrada anterior, será que não podemos por em questão as ponderações profissionais dos juristas (ou médicos) que ponderam da maneira atrás descrita?</p>]]>

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<title>A ponderação</title>
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<![CDATA[<p>Voltando ao último Prós&Contras, há uma altura do discurso de Rui Pereira (RP) que não me sai da cabeça: quando falou da ponderação da vida da mãe e da vida do filho. Sim, há que ponderar quando as duas se podem perder, como já está previsto na actual lei. Mas não era a isso que RP se queria referir, mas à qualidade de vida da mãe (queira isso dizer o que cada um entender) e a vida "tout court" do filho. Que rica ponderação!</p>]]>

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<title>A campanha vista da província</title>
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<![CDATA[<p>Se há alguma coisa em que esta campanha me tem surpreendido é na diferente atitude das pessoas das duas posições em confronto. De um lado, a alegria, os balões, as bandeiras agitadas. Senti-o na marcha para a Alameda em Lisboa, numa das Voltinhas do Não do distrito de Coimbra e ontem, na sessão de esclarecimento na Casa da Cultura, com Vaz Serra, Vaz Patto e Rebelo de Sousa. Do outro lado, caras fechadas e um tom pesado. Ultimamente, tivemos o exemplo de Sócrates, recém-chegado da China, comentando a proposta de suspensão de processo. Ou mesmo ontem, Rui Pereira, no Prós&Contras. De facto, confesso ter ficado surpreendido com um retrato de Rui Pereira que não esperava: a dada altura, numa argumentação mais viva, chegou a ver-se-lhe espuma nos cantos da boca!<br />
Diferentes são também as participações: ontem, a sala reservada na Casa da Cultura foi pequena e obrigou a mudança para outra maior. Esta, mesmo assim, encheu, com muitas pessoas de pé, outras sentadas no palco, e outras, cá fora no átrio, por falta de lugar. Contraste-se isto com as reportagens da campanha  do sim, onde nem se mostra o público pelas óbvias razões de não ser uma imagem mobilizadora. Recentemente, numa reportagem sobre os médicos pelo sim, tive a nítida sensação que não havia ninguém na sala. As quatro pessoas intervenientes estavam todas a falar para a câmara.<br />
Já nem falo na clara participação da imprensa em geral na campanha do sim, que só aparece na campanha do não quando algum peso-pesado mediático está envolvido. Critérios (ou a falta deles)!<br />
Aliás, esta última observação recorda-me uma intervenção de um jornalista catalão num dos seminários da "Magna Charta Universitatum", que diz a dada altura o seguinte:</p>

<p>[...]<br />
<i>We lie because we are in a system that is so sophisticated that nothing seems to be what it is. Lies seem to be truths and we do not have the resources to tell what is what. We are designed to mirror what we see, but not to distinguish between human flesh and spiritual air. We think we are good when we limit ourselves to repeating what the opinion leaders say to us. We reproduce a given reality hoping the citizens will be able to understand things for themselves. We defer the responsibility of comprehending what is going on around us to the citizens.</i><br />
[...]</p>

<p>Pois é! Depois, admiram-se que a imprensa escrita perca leitores.</p>

<p>Mas o importante não é isso. É esta sensação de encantamento que deriva da constatação da participação de tantos cidadãos anónimos que, longe dos holofotes, no dia a dia, vão usando o seu tempo para discutir com os colegas, distribuir folhetos, colar cartazes e participar nas mil e uma actividades que são propostas por esse país fora. Sem organização formal, sem partidos. A sociedade (ou, pelo menos, parte dela) a funcionar como deveria e pondo alma e alegria nisso. Até por isso vale a pena!</p>]]>

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<title>Artigos importantes para 11/2</title>
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<![CDATA[<p>(recebido por correio electrónico)</p>

<p>A Direcção da Revista ESTUDOS do CADC decidiu excepcionalmente disponibilizar on-line e em formato pdf todos os artigos publicados na Revista ESTUDOS sobre a defesa da vida e a questão do aborto, inclusivamente os que estão em curso de publicação, como é o caso do nº 6. Os artigos estão disponíveis na seguinte página Web: <a href="http://www.cadc.pt/OabortonosESTUDOS.htm">1, o aborto nos ESTUDOS</a><br />
O momento actual exige clarificação das ideias, consciências e argumentos, baseados em factos e dados fidedignos. Chamo, por isso, uma atenção muito especial para o artigo do Prof. João Carlos Loureiro, devido à comparação que estabelece com outros países europeus, aduzindo estatísticas inéditas em Portugal, além de muitos outros argumentos, que demonstram a falsidade e a demagogia com que a informação sobre o aborto é tratada.<br />
[...]</p>

<p>Aproveitem!</p>]]>

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<title>Quem tem medo deste cartaz?</title>
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<summary type="text/plain">O cartaz não desejado que desaparece quando colocado: (se a imagem não se tornar visível, pode ser vista em 10Semanas ou no blogue de C. Anaia, Destruição sistemática de material de campanha do &quot;Não&quot;)...</summary>
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<![CDATA[<p>O cartaz não desejado que desaparece quando colocado:</p>

<p><p><br />
<div align=center><br /><br />
<a href="http://bp2.blogger.com/_1PJCxmq2RS0/RcH4b2tsWWI/AAAAAAAAAGs/qlNCkBepp-E/s1600-h/LiberalizaÃ§Ã£oNÃ&#131;O[1].JPG"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026571816549505378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" width="572" height="800" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_1PJCxmq2RS0/RcH4b2tsWWI/AAAAAAAAAGs/qlNCkBepp-E/s400/Liberaliza%C3%A7%C3%A3oN%C3%83O%5B1%5D.JPG" border="0" /></a><br /><br />
</div><br />
</p></p>

<p>(se a imagem não se tornar visível, pode ser vista em <a href="http://bp2.blogger.com/_1PJCxmq2RS0/RcH4b2tsWWI/AAAAAAAAAGs/qlNCkBepp-E/s1600-h/Liberaliza%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%A3oN%C3%83%C2%83O%5B1%5D.JPG">10Semanas</a> ou no blogue de C. Anaia, <a href="http://relances.blogspot.com/2007/02/io-sistemtica-de-material-de-campanha.html"> Destruição sistemática de material de campanha do "Não"</a>)</p>]]>

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<title>O SNS que temos!</title>
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<dc:subject>Descolamento de retina</dc:subject>
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<![CDATA[<p>Um dia destes, ao chegar a casa, deparei-me com uma surpresa; um postalinho de um serviço de oftalmologia (assim mesmo, sem maiúsculas) de um Hospital Central, convocando-me para uma operação ao descolamento de retina que tive há mais de um ano. Por momentos, pensei que tinha viajado no tempo e que, afinal, já era Carnaval! Tivesse eu esperado e hoje seria uma urgência oftalmológica máxima ambulante, um "olho único" na designação interna.<br />
Ainda tentei a "chance": será que não se pode transformar a "oportunidade" numa operação à catarata, que é a que preciso neste momento? Vã esperança, que a burocracia é cega, perdoem-me o trocadilho, e eu só tenho "direito" à operação de que não necessito. Assim se "limpam" listas de espera neste nosso canto à beira mar plantado.</p>

<p>PS: de facto, o dito serviço de oftalmologia já me tinha chamado para a operação alguns dias depois de eu ter sido realmente operado, tendo sido informado de que a operação já não era necessária; mas isso não conta, já que a "pressa" (?!?!) da altura se deveu ao factor "C".</p>]]>

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<title>Para onde vai a Internet</title>
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<summary type="text/plain">Um artigo (em inglês) que descreve as conclusões de um encontro internacional sobre o controlo governamental sobre a rede das redes: Internet battle ends in stalemate Neste caso, não haver mudanças parece ser positivo....</summary>
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<![CDATA[<p>Um artigo (em inglês) que descreve as conclusões de um encontro internacional sobre o controlo governamental sobre a rede das redes:</p>

<p><a href="http://business.guardian.co.uk/story/0,,1643443,00.html">Internet battle ends in stalemate</a></p>

<p>Neste caso, não haver mudanças parece ser positivo.</p>]]>

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<title>Surpresa!</title>
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<summary type="text/plain">[...] O intercâmbio de elogios entre o homem que há dez meses quis sentar-se no Palácio de Belém e o herdeiro do trono português dominou a sessão. &quot;Manuel Alegre é uma pessoa que muito admiro pela defesa intransigente dos valores...</summary>
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<![CDATA[<p>[...]<br />
<i>O intercâmbio de elogios entre o homem que há dez meses quis sentar-se no Palácio de Belém e o herdeiro do trono português dominou a sessão. "Manuel Alegre é uma pessoa que muito admiro pela defesa intransigente dos valores da portugalidade", afirmou D. Duarte aos jornalistas antes de entrar no an- fiteatro. Já na sala, Alegre considerou que "a Pátria está acima da República ou da Monarquia". Lembrou o avô materno, o carbonário, e o paterno, que "costumava atirar aos pombos com D. Carlos". Elogiou as "causas" do duque, defensor dos "grandes temas da cidadania moderna e de um renovado conceito de patriotismo". E declarou: "Eu, que sou republicano, partilho muitos dos valores defendidos por D. Duarte." Porque é necessário "erguer Portugal acima dos interesses financeiros obscuros, contra o conformismo e o poder do dinheiro."</i><br />
[...]</p>

<p><a href="http://dn.sapo.pt/2006/11/23/nacional/o_neto_chefe_carbonaria_agora_sinton.html">O neto do chefe da Carbonária agora em sintonia com o herdeiro do trono</a></p>]]>

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<title>Pois!</title>
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<modified>2006-11-04T07:21:38Z</modified>
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<summary type="text/plain">Paulo Querido, sobre Miguel Sousa Tavares e a sua diatribe anti-bloguística da semana passada (já aqui referida em O que é um blogue?): Iraque e MST: os abusos da liberdade da expressão (Expresso; ligação de acesso livre)...</summary>
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<![CDATA[<p>Paulo Querido, sobre Miguel Sousa Tavares e a sua diatribe anti-bloguística da semana passada (já aqui referida em <a href="http://ecosdaprovincia.weblog.com.pt/arquivo/242804.html">O que é um blogue?</a>):</p>

<p><a href="http://expresso.clix.pt/COMUNIDADE/blogs/paulo_querido/archive/2006/11/03/12890.aspx">Iraque e MST: os abusos da liberdade da expressão</a> (Expresso; ligação de acesso livre)</p>]]>

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<title>Basta de cinzento!</title>
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<issued>2006-11-02T16:42:25Z</issued>
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<email>jsnovo@gmail.com</email>
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<![CDATA[<p><br /><br />
<div align=center><br />
<img alt="Arecibo.jpg" src="http://www.atpm.com/10.06/puerto-rico/images/arecibo-beach.jpg" width="640" height="480" /><br />
</div><br />
<br /><br />
</p>]]>

</content>
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<title>Para onde vai a rede das redes?</title>
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<summary type="text/plain">Mergulhados no &quot;spam&quot; do correio electrónico e na informação irrelevante de milhares e milhares de páginas, bem rezamos a &quot;São Google&quot; para que nos ajude. Parece que os altos poderes estão atentos à situação, como se pode depreender do seguinte...</summary>
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<![CDATA[<p>Mergulhados no "spam" do correio electrónico e na informação irrelevante de milhares e milhares de páginas, bem rezamos a "São Google" para que nos ajude. Parece que os altos poderes estão atentos à situação, como se pode depreender do seguinte artigo da BBC News:</p>

<p><a href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/technology/6108578.stm">Web inventor fears for the future</a></p>]]>

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<title>O que é um blogue?</title>
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<modified>2006-10-28T10:11:36Z</modified>
<issued>2006-10-28T10:11:36Z</issued>
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<summary type="text/plain">Estava a ler o &quot;Expresso&quot; de hoje quando deparei com uma crónica de Miguel Sousa Tavares (MST), intitulada &quot;Cybercobardia&quot; (necessária assinatura electrónica). Para terminar, MST deixa a seguinte opinião: [...] O que já sabia dos blogues confirmei: em grande parte,...</summary>
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<![CDATA[<p>Estava a ler o "Expresso" de hoje quando deparei com uma crónica de Miguel Sousa Tavares (MST), intitulada <a href="http://semanal.expresso.clix.pt/1caderno/opiniao.asp?edition=1774&articleid=ES236272">"Cybercobardia"</a> (necessária assinatura electrónica). Para terminar, MST deixa a seguinte opinião:</p>

<p>[...]<br />
<i>O que já sabia dos blogues confirmei: em grande parte, este é o paraíso do discurso impune, da cobardia mais desenvergonhada, da desforra dos medíocres e dessa tão velha e tão trágica doença portuguesa que é a inveja. Mas fiquei a saber, e não sabia, que os blogues, mesmo anónimos, são uma fonte de informação privilegiada e credível para o nosso jornalismo.</i></p>

<p>Voltando à pergunta do título, tenho que deixar aqui uma resposta pessoal. Para mim, é um espaço de disponibilização da minha opinião sobre diferentes matérias em público. Vale o que vale. Não sou conhecido.<br />
Também serve para divulgar informação que considero importante, como os dois temas que agrupam as entradas sobre a Taxa Municipal de Direitos de Passagem e sobre o Descolamento de Retina. O primeiro morreu por si, dada a irrelevância da taxa nos orçamentos municipais, onde aparentemente não pagava sequer o que custava. Quanto terá efectivamente custado semelhante medida? Enfim...<br />
O segundo tema é muito mais importante. Tenho notado, em conversas informais, que há um grande desconhecimento sobre a questão. Não se divulgam habitualmente os sinais de perigo daquela que é a única urgência oftalmológica. A consequência provável de um descolamento de retina não tratado em tempo útil é um olho a menos. Ou seja, a transformação de uma pessoa numa urgência oftalmológica ainda maior: um "olho único", no jargão da especialidade. Pergunto-me quantos "Ciclopes" haverá em Portugal à conta da inacreditável incúria que resultou na <a href="http://ecosdaprovincia.weblog.com.pt/arquivo/221739.html">tomada de posição da Ordem dos Médicos</a> há cerca um ano. E que, pelos vistos, continua a não ser considerada importante pelo menos por um serviço público de Oftalmologia, como soube recentemente através de um leitor que passou pelo mesmo problema.<br />
Esta entrada marca também, de alguma forma, o aniversário do meu episódio de descolamento de retina; mais propriamente, o aniversário do primeiro sinal de perigo que eu não soube identificar, os "flashes" de luz. A informação está, pelo menos aqui, disponível ao público em geral. E o "Google" está apenas a um clique de distância.</p>

<p>Como se poderá depreender, não concordo com a opinião de MST, exposta acima. Não porque aquilo que descreve não se possa passar, que passa, mas por meter tudo no mesmo saco, o bom e o mau. E essa atitude não é superior à que imputa aos colegas jornalistas que usam os blogues como fonte de informação.</p>

<p>Nota: Afazeres profissionais têm-me roubado o tempo disponível para passar por aqui e deixar umas notas, pelo menos semanais. Penitencio-me disso. O tempo, que passa inexoravelmente, vai tornando mais fácil o descuido. Vamos ver se, desta vez, a promessa de regresso vai ser cumprida.</p>]]>

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<title>Dia da Fundação de Portugal</title>
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<modified>2006-10-05T11:01:26Z</modified>
<issued>2006-10-05T11:01:26Z</issued>
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<summary type="text/plain">863 anos, desde 5 de Outubro de 1143....</summary>
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<email>jsnovo@gmail.com</email>
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<![CDATA[<p>863 anos, desde 5 de Outubro de 1143.</p>]]>

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