Duas mulheres, duas visões sobre o mundo actual e o "problema" islâmico.
Oriana Fallaci e a sua previsão do futuro a curto prazo duma Europa submetida ao domínio dos seus imigrantes, maioritariamente islâmicos:
[...)
Briefly put, the alleged plot was an arrangement between European and Arab governments according to which the Europeans, still reeling from the first acts of PLO terrorism and eager for precious Arabian oil made significantly more precious by the 1973 OPEC crisis, agreed to accept Arab “manpower” (i.e., immigrants) along with the oil. They also agreed to disseminate propaganda about the glories of Islamic civilization, provide Arab states with weaponry, side with them against Israel and generally toe the Arab line on all matters political and cultural. Hundreds of meetings and seminars were held as part of the “Euro-Arab Dialogue,” and all, according to the author, were marked by European acquiescence to Arab requests. Fallaci recounts a 1977 seminar in Venice, attended by delegates from 10 Arab nations and eight European ones, concluding with a unanimous resolution calling for “the diffusion of the Arabic language” and affirming “the superiority of Arab culture.”
[...]
The Fallaci Code (com a devida vénia a DK)
Wafa Sultan (psicóloga síria que ficou conhecida pela sua entrevista recente na Al-Jazeera) e a sua visão de que é possível mudar um Islão parado no tempo:
[...]
They [my people] have been hostages of their own beliefs and teachings for fourteen centuries. No hostage can break the laws of his present and get out by himself. An outsider has to help him escape his present.
I have been asking who the saviour is. And answering myself by saying: It is me.
My people are in the middle of nowhere, lost and confused. The humanity´s caravan has passed by them and they are way too far from catching it.
[...]
Wafa Sultan joins Tovia in her First English Language Interview (entrevista gravada numa rádio israelita (6 MB); transcrição parcial de minha responsabilidade; seguir uma das duas ligações)
Publicado por ecos em março 24, 2006 08:40 AMNão sendo apoiante do radicalismo de O. Fallaci (embora lhe admire a coragem e a frontalidade), tenho cada vez menos fé na voz dos muçulmanos moderados que timidamente se vai fazendo ouvir. Li recentemente que até o Papa Bento XVI afirmou numa conferência "semi-privada" no Vaticano que o Islão é irreformável. É mesmo uma questão de incompatibilidade com a civilização moderna, questão que não se coloca nas outras religiões - designadamente no Cristianismo e Judaísmo - que lá se foram adaptando ao longo dos séculos.
Afixado por: DK em março 24, 2006 01:54 PMPois eu concordo coma visão da Oriana e não concordo com a visão do Bento 16. Naturalmente que o Islão é reformável, assim exista pressão ocidental e vontade dos clérigos islâmicos.
Afixado por: Orlando em março 24, 2006 03:07 PMA propósito, aqui deixo mais uma recomendação de leitura, que reforça o meu cepticismo em relação aos muçulmanos moderados:
Spengler, "Muslim anguish and Western hypocrisy"
http://www.atimes.com/atimes/Front_Page/FK23Aa01.html
"Jews and Christians had centuries to accomplish the transition from public and political religion to private and communal religion, whereas circumstances press moderate Muslims to do this on the spot. The two older religions did so under duress, chaotically, and with limited success.
Whether Islam can make such a transition at all remains doubtful.
[...]
The tragedy will continue to unfold, and at a faster pace. Jews and Christians have learned to accept humiliation. God's love for the individual soul remains valid despite worldly reverses, and failure in the temporal realm provides cause for self-evaluation. Humiliation is intolerable to Islam; Allah sets the spin of every electron around every nucleus by a discrete act of will, and reverses in the temporal world challenge Islam's promise of success.
The logic of events offers nothing to Muslims but humiliation."
peço licença para divulgar isto, para conhecimento dos visitantes:
As televisões portuguesas (e os outros órgãos de comunicação social) têm vindo a censurar documentários e entrevistas passados na CNN e na Fox News. Porque é que as estações nacionais escondem aquilo que os cidadãos americanos têm vindo a saber?
Por isso, para furar este cerco de censura, absurdo, deixo-vos com este artigo, publicado em:
http://sociocracia.blogspot.com ou em:
http://paramimtantofaz.blogspot.com/ e em:
http://wwweditorial.blogspot.com/
(se outros houver outras reproduções, solicito que me informem)
Que confiança podemos ter nas "nossas" notícias, quando nos ocultam factos destes? Que crédito nos podem merecer os nossos meios de comunicação?
Ajudem a furar este cerco censório, que faz de nós um país atrasado, um país do terceiro mundo, sujeito a uma ditadura absurda, controlada por Washington... mais até do que a própria América, divulguem esta mensagem, por favor!
Na semana passada, o actor norte-americano Charlie Sheen (do filme Platoon – Os Bravos do Pelotão, Wall Street) colocou a carreira em risco ao dar duas entrevistas ao activista Alex Jones, nas quais pôs em causa a versão oficial dos atentados de 11 de Setembro de 2001.
Foi desta forma que ele se juntou a um grupo de centenas de personalidades que, nos últimos quatro anos e meio, têm vindo a público afirmar que a versão oficial não só é implausível como impossível, chegando a violar as próprias Leis da Física.
Este grupo inclui Andreas Von Bülow, antigo ministro da Defesa e da Tecnologia da Alemanha e ex-director dos Serviços Secretos Alemães;
Michael Meacher, ex-ministro do Ambiente do governo britânico de Tony Blair;
Ray McGovern, antigo conselheiro presidencial e ex-analista da CIA;
Paul Craig Roberts, Secretário do Tesouro durante o mandato do ex-presidente norte-americano Ronald Reagan e pai da sua política económica;
Robert Bowman, antigo director do Programa de Defesa Espacial Star Wars e ex-coronel da Força Aérea dos EUA;
Steven Jones, Professor de Física da Universidade de Brigham;
David Shayler, ex-oficial do MI5, os serviços secretos britânicos;
Morgan Reynolds, Professor catedrático da Universidade A&M do Texas que integrou o governo do actual presidente norte-americano George W. Bush durante o seu primeiro mandato, e muitos, muitos outros.
No entanto Charlie Sheen fez na semana passada o que ilustres investigadores, professores catedráticos e ex-ministros não conseguiram durante quase cinco anos: furar a censura e conseguir algum tempo de antena num programa da CNN, que transmitiu as suas declarações e expôs milhões de pessoas a factos sobre o 11 de Setembro que têm sido permanentemente ocultados.
Para ler mais e aceder aos links, consultar um dos blogues referidos