Esta sequência acabou por me lembrar um caso obscuro, em que um agente da Justiça (hesito, de novo, na maiúscula), ao invés de servir a dita, se serviu dela.
Ao que parece, este senhor magistrado achou-se com direito a ultrapassar uma fila para utilização de uma caixa multibanco sem mais explicação. Ao ser chamado à atenção por um vulgar cidadão, na discussão que se seguiu, e no uso "pleno" dos seus poderes, dá-lhe voz de prisão. A coisa acaba, algum tempo mais tarde, com a condenação do vulgar cidadão em tribunal. O magistrado envolvido continua, feliz da vida, a administrar "justiça". Toda a situação se passou em Coimbra.
Mais um exemplo da Justiça que (não) temos!