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O intercâmbio de elogios entre o homem que há dez meses quis sentar-se no Palácio de Belém e o herdeiro do trono português dominou a sessão. "Manuel Alegre é uma pessoa que muito admiro pela defesa intransigente dos valores da portugalidade", afirmou D. Duarte aos jornalistas antes de entrar no an- fiteatro. Já na sala, Alegre considerou que "a Pátria está acima da República ou da Monarquia". Lembrou o avô materno, o carbonário, e o paterno, que "costumava atirar aos pombos com D. Carlos". Elogiou as "causas" do duque, defensor dos "grandes temas da cidadania moderna e de um renovado conceito de patriotismo". E declarou: "Eu, que sou republicano, partilho muitos dos valores defendidos por D. Duarte." Porque é necessário "erguer Portugal acima dos interesses financeiros obscuros, contra o conformismo e o poder do dinheiro."
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O neto do chefe da Carbonária agora em sintonia com o herdeiro do trono
Paulo Querido, sobre Miguel Sousa Tavares e a sua diatribe anti-bloguística da semana passada (já aqui referida em O que é um blogue?):
Iraque e MST: os abusos da liberdade da expressão (Expresso; ligação de acesso livre)
Mergulhados no "spam" do correio electrónico e na informação irrelevante de milhares e milhares de páginas, bem rezamos a "São Google" para que nos ajude. Parece que os altos poderes estão atentos à situação, como se pode depreender do seguinte artigo da BBC News:
Web inventor fears for the future