Agora que a euforia eleitoral acalmou e se pode olhar em frente com alguma serenidade, verificamos que estamos todos dependentes das escolhas de JSócrates. Muito se joga nessas escolhas, já que o futuro é independente das loucas promessas eleitorais. Os nomes e a organização ministerial serão dados preciosos, assim como a vontade de reformar efectivamente, antecipável pela participação ou não dos lobies do costume no governo. Joga-se aqui o destino colectivo, um passo certo para um futuro melhor ou uns anos de desperdício na voragem da política suja.
Dito isto, concordo substancialmente com a análise de ABarreto no Público de hoje: Querer. Poder. E saber
Publicado por ecos em fevereiro 27, 2005 10:17 AM