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Na minha perspectiva, a Universidade Portuguesa prestou um mau serviço ao que foi, e é, a questão da co-incineração. Recordo-me bem que alguns universitários e algumas universidades tiveram, nas posições que assumiram publicamente, tanta consistência científica quanto a dos comunicados das comissões concelhias dos partidos políticos.
Entendo que esta atitude é grave porque, em questões com a importância nacional que tinha e tem a co-incineração, a Universidade devia ter tido (e tinha) a obrigação de apresentar a perspectiva científica, rigorosa, que pudesse ser factor de reflexão para os decisores.
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(Marçal Grilo, no livro "Desafios da Educação. Ideias para uma política educativa no século XXI", Oficina do Livro, 2002 (p. 132)).
Publicado por ecos em julho 14, 2004 03:56 PMComentário removido [SPAM]
Afixado por: José da Silva Maurício em julho 14, 2004 06:31 PM