abril 15, 2004

Alarmes

O estado de alarme que se gera no país cada vez que a comunicação social decide investigar situações relacionadas com a saúde, o que é geralmente feito por pessoas não tecnicamente preparadas, é preocupante. Já aconteceu com a meningite; agora repete-se com a pneumonia adenovírica e com o uso de Propofol em anestesia.
Convém ler a entrevista a Luciano Ormonde, presidente da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia, hoje no Público ("Estado de Alerta Público Instalado nos Hospitais" Depois das Mortes em Lagos). Numa linguagem acessível, a situação é explicada, sem alarmes. A defesa do interesse público é mais importante do que a acção subliminar dos lobies de serviço.

Publicado por ecos em abril 15, 2004 09:57 AM
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